Deputada Federal Mara Gabrilli 4517

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Alexandre Magno, o voluntário

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Alexandre Magno em frente a sua mesa de trabalhoAlexandre Magno é paulistano, tem 41 anos e está cursando seu último ano em Pedagogia. Antes de ir para o CEU Parelheiros, onde é voluntário, nosso personagem da semana teve a oportunidade de trabalhar como colaborador e estagiário na Diretoria de Orientação Técnico Pedagógico no CEFAI (Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão)  e na DRE – CS (Diretoria Regional de Educação Capela do Socorro), quando conheceu a vereadora Mara Gabrilli.

O Portal MG conversou com o Alexandre sobre seu trabalho em prol da inclusão da pessoa com deficiência por meio da cultura, uma da bandeiras levantadas pelo nosso entevistado.

Portal Mara Gabrilli - Como surgiu a ideia de realizar a Caminhada pelos direitos humanos na cultura da inclusão?
Alexandre Magno - Todo último sábado do mês realizamos o EPAANEE – Encontro de Pais, Amigos e Alunos com Necessidades Educacionais Especiais e estamos no 10º encontro. Fazemos oficinas diversas, conversamos com os pais, mães e alunos. Neste ano queríamos marcar nossos encontros de uma forma que pudesse ser divulgado e assim agregar um numero maior de pessoas. Surgiu então a ideia da 1ª Caminhada.

PMG: Há quanto tempo você faz parte do Núcleo Cultural do CEU Parelheiros? Por que resolveu se integrar a este projeto?
Alexandre: O CEU Parelheiros foi inaugurado em 6 dezembro de 2008. Desde o inicio faço parte do Núcleo de Ação Cultural, onde atuo como Coordenador de Projetos. Parelheiros está na Região Sul no extremo de São Paulo, tornando ainda mais difícil o acesso e deslocamento de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. E por ter adquirido importantes conhecimentos e trabalhado com uma ótima equipe no CEFAI, resolvi integrar projetos parecidos no CEU Parelhereiros.

PMG: Por que utilizar a cultura como principal ferramenta de inclusão?
Alexandre: Entendo cultura como uma extensão e vivencia diária em nossas vidas.Acredito que mesmo no Núcleo de ação cultural podemos trabalhar a inclusão perpassando a educação, esporte, laser, arte, entretenimento, enfim, todas as áreas.E tive a ótima oportunidade de estar na cultura e trabalhar a cultura da inclusão.

PMG:  E como você avalia a realidade do ensino das pessoas com deficiência no Brasil?
Alexandre: Precisamos avançar muito. As pessoas com deficiência começam a se mostrar e a reivindicar seus espaços dentro da escola, e a medida do possível a “inclusão” vem acontecendo tanto na Educação quanto em outros espaços.

PMG: Onde estão as maiores barreiras que impedem isso?
Alexandre: Creio que o preconceito e a discriminação ainda estão ai para serem superados.

PMG: O que considera mais compensador em seu trabalho?
Alexandre: Não há como não se envolver com essas crianças. Em nossos encontros mensais e toda quarta feira nas aulas de natação, fico a espera do reencontro. O CEU Parelheiros me deu um presente, aceitando projetos de inclusão onde posso com toda liberdade coordenar.

PMG: Que conselho daria para quem deseja ter iniciativas como a sua e não sabe por onde começar?
Alexandre: Siga o lema do CEFAI – DRE/CS: Cultura da Inclusão: Possibilidades, desafios e conquistas. Não é fácil ficar a frente de iniciativas como esta, mas persistir e acreditar é um grande passo.

 

 

 

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